
Os operadores de telefonia celular disputam as licenças da terceira geração(3G) no Brasil. Ontem, as empresas Vivo, TIM, Claro e Oi arremataram as quatro licenças da primeira área, que compreende os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe. Elas pagarão ao todo R$ 1,9 bilhão, o que representa um ágio de 160,45% sobre a soma do preço mínimo de cada lote, que era de R$ 736,5 milhões. A Nextel entrou na disputa e acirrou a briga até os lances finais, mas não ganhou nenhuma licença.
Hoje irão a leilão três licenças da Área 2, que engloba as regiões Sul e Centro-Oeste, Tocantins, Rondônia e Acre, além das quatro licenças da Área 3, que abrange a área metropolitana de São Paulo e também Estados da região Norte.
Esta última é considerada o "filé mignon" do leilão, pois é o principal mercado de telefonia do País, além de Estados da região Norte, que foram incluídos no mesmo lote por serem menos atraentes. A idéia do governo é obrigar as operadoras a investir nessas regiões de menor interesse econômico.
Segundo o presidente da consultoria especializada Teleco, Eduardo Tude, que acompanhou a licitação na própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os ágios seriam "bem pequenos" se não fosse a ousada estratégia da Nextel, já que existia uma licença disponível para cada concorrente. "Havia quatro candidatos naturais, que eram Vivo, Oi, TIM e Claro. Com a entrada da Nextel, que disputou forte até o final, passaram a existir quatro lotes para cinco pretendentes", explica.
As freqüências da 3G tem oferta da banda larga, amplia a capacidade do celular, que passa a exercer novas funções, como um computador portátil que se conecta à internet em alta velocidade, exibindo vídeos e imagens de televisão.
Hoje irão a leilão três licenças da Área 2, que engloba as regiões Sul e Centro-Oeste, Tocantins, Rondônia e Acre, além das quatro licenças da Área 3, que abrange a área metropolitana de São Paulo e também Estados da região Norte.
Esta última é considerada o "filé mignon" do leilão, pois é o principal mercado de telefonia do País, além de Estados da região Norte, que foram incluídos no mesmo lote por serem menos atraentes. A idéia do governo é obrigar as operadoras a investir nessas regiões de menor interesse econômico.
Segundo o presidente da consultoria especializada Teleco, Eduardo Tude, que acompanhou a licitação na própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os ágios seriam "bem pequenos" se não fosse a ousada estratégia da Nextel, já que existia uma licença disponível para cada concorrente. "Havia quatro candidatos naturais, que eram Vivo, Oi, TIM e Claro. Com a entrada da Nextel, que disputou forte até o final, passaram a existir quatro lotes para cinco pretendentes", explica.
As freqüências da 3G tem oferta da banda larga, amplia a capacidade do celular, que passa a exercer novas funções, como um computador portátil que se conecta à internet em alta velocidade, exibindo vídeos e imagens de televisão.
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