sábado, 28 de junho de 2008

Vivo, TIM, Oi, Claro disputam nova geração de celular


Os operadores de telefonia celular disputam as licenças da terceira geração(3G) no Brasil. Ontem, as empresas Vivo, TIM, Claro e Oi arremataram as quatro licenças da primeira área, que compreende os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe. Elas pagarão ao todo R$ 1,9 bilhão, o que representa um ágio de 160,45% sobre a soma do preço mínimo de cada lote, que era de R$ 736,5 milhões. A Nextel entrou na disputa e acirrou a briga até os lances finais, mas não ganhou nenhuma licença.
Hoje irão a leilão três licenças da Área 2, que engloba as regiões Sul e Centro-Oeste, Tocantins, Rondônia e Acre, além das quatro licenças da Área 3, que abrange a área metropolitana de São Paulo e também Estados da região Norte.
Esta última é considerada o "filé mignon" do leilão, pois é o principal mercado de telefonia do País, além de Estados da região Norte, que foram incluídos no mesmo lote por serem menos atraentes. A idéia do governo é obrigar as operadoras a investir nessas regiões de menor interesse econômico.
Segundo o presidente da consultoria especializada Teleco, Eduardo Tude, que acompanhou a licitação na própria Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), os ágios seriam "bem pequenos" se não fosse a ousada estratégia da Nextel, já que existia uma licença disponível para cada concorrente. "Havia quatro candidatos naturais, que eram Vivo, Oi, TIM e Claro. Com a entrada da Nextel, que disputou forte até o final, passaram a existir quatro lotes para cinco pretendentes", explica.
As freqüências da 3G tem oferta da banda larga, amplia a capacidade do celular, que passa a exercer novas funções, como um computador portátil que se conecta à internet em alta velocidade, exibindo vídeos e imagens de televisão.

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