quarta-feira, 23 de abril de 2008

capital de rio branco
























Rio Branco Antiga



15-Abr-2005
Rio Branco, capital do Acre, é a maior e mais populosa cidade acreana, concentrando mais da metade da população total do Estado. Além disso, foi uma das primeiras cidades a surgir nas margens do rio Acre. Conta a história que, em fins de 1882, numa pronunciada volta do rio Acre, uma frondosa árvore, a Gameleira, chamou a atenção de exploradores que subiam o rio e levou-os a abrir novos seringais ali mesmo. O povoado chamado “Volta da Empreza” logo revelou-se mais movimentado do que um simples seringal pela abertura de pontos comerciais para o abastecimento das embarcações a vapor que subiam o rio no transporte do ouro negro (a borracha).

seringueiro do acre





chico mendes o rei da seringa nos deixou saudade...........
















rio juruá




103anos de cruzeiro do sul e seus rios




rio juruá estado do acre ..........

domingo, 20 de abril de 2008

filha de seringueiro marina silva




Chico Mendes, o homem da florestaSábado, 15th Dezembro 2007
Nascia em 15 de dezembro de 1944, o seringueiro, sindicalista Chico Mendes.
Biografia
Em novembro de 1988, um mês antes de seu assassinato, Chico Mendes esteve no Rio participando da manfestação Salve a Amazônia organizada pelos verdes. No video ele comenta com Sirkis as ameaças que está sofrendo no Acre.


O inventor da vulcanização da borrachaSábado, 29th Dezembro 2007
No dia 29 de dezembro de 1900, nasceu o estadunidense Charles Goodyear. Ele descobriu o processo de vulcanização da borracha, descoberta fundamental para a fabricação de pneus.

Acre: Estrada para Cruzeiro do Sul será aberta amanhã


Quem mora em Rio Branco não tem dimensão da importância da reabertura da BR-364 para a população dos vales do Acre e do Juruá.” A afirmação é do líder do governo na Assembléia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Moisés Diniz (PC do B), que vê a iniciativa do governo do Estado de reabrir a estrada como uma das obras mais significativas em prol dos que residem nos municípios isolados da capital.Ele diz que o custo da passagem aérea de Rio Branco a Tarauacá é de aproximadamente R$ 300, gasto que será reduzido a partir de amanhã, já que a BR-364 será reaberta e os moradores do município poderão deslocar-se até a capital por via terrestre.“Um quilo de tomate em Tarauacá chega a custar R$ 8 no período de inverno. No verão esse valor cai bruscamente, pois o acesso à região é facilitado graças ao ótimo trabalho que o Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre) realiza pelo nono ano consecutivo, integrando assim todas as cidades acreanas”, destaca Diniz.Além da questão econômica, o deputado conta que a saúde da população que mora nos vales do Acre e Juruá também é beneficiada com a reabertura da BR. Como exemplo disso ele cita o aumento no número de pacientes nos hospitais da capital durante o período em que a estrada se mantém trafegável.“Alguns problemas de saúde enfrentados pela população do interior não podem ser tratados no local onde eles residem. Assim, o acesso por via terrestre na 364 dá agilidade ao tratamento da enfermidade, assim como uma melhor estrutura para o tratamento do paciente. Os médicos da capital também podem chegar às áreas isoladas com maior facilidade”, observa. “É a concretização da esperança de um povo que passa a maior parte do ano isolado de amigos e familiares e alijado da relação cultural e econômica que se estabelece na sua própria terra.”
Postado por Ronie Von Barros às 11:27

falar do amazonas para joicy e um verdadeiro orgulho







Teatro Amazonas
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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3° 7' 49" S, 60° 1' 24" W

O ciclo da borracha converteu as cidades amazônicas em prósperos centros econômicos e culturais. Teatro Amazonas na cidade de Manaus
Tomada de outro ângulo.O Teatro Amazonas é um dos mais importantes teatros brasileiros, foi construído com verba do ciclo da borracha.

A história do inicia-se em 1881, quando o deputado A. J. Fernandes Júnior apresentou o projeto para a construção de um teatro em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas e começaram as discussões a respeito da construção do prédio. Manaus, que vivia o auge do ciclo da borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, assim, era uma exigência da época.

O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Architetura de Lisboa, em 1883. No entanto, em meio às discussões a respeito do local para a edificação e os custos da obra, a pedra fundamental só foi lançada em 1884. As obras transcorreram de forma lenta e somente no governo de Eduardo Ribeiro, no apogeu do ciclo da borracha, a construção tomou impulso. Foram trazidos arquitetos, construtores, pintores e escultores da Europa para a realização da obra. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do salão nobre, área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. A sala de espetáculos do teatro tem capacidade para 701 pessoas, distribuídas entre a platéia e os três andares de camarotes.

No salão nobre, com características barrocas, destaca-se a pintura do teto, denominada "A Glorificação das Bellas Artes na Amazônia", de 1899, de autoria de Domenico de Angelis. Destacam-se os ornamentos sobre as colunas do pavimento térreo, com máscaras em homenagem a dramaturgos e compositores clássicos famosos, como Ésquilo, Aristóphane, Moliére, Rossini, Mozart, Verdi, Chopin e outros. Sobre o teto abobadado estão afixadas quatro telas pintadas em Paris pela Casa Carpezot - a mais tradicional da época -, onde são retratadas alegorias à música, dança, tragédia e uma homenagem ao grande compositor brasileiro Carlos Gomes. Do centro, pende um lustre dourado com cristais, importado de Veneza, que desce até ao nível das cadeiras para a realização de sua manutenção e limpeza.

Destaca-se, ainda na sala de espetáculos, a pintura do pano de boca do palco, de autoria de Crispim do Amaral, que faz referência ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões. O teatro possui diversos ambientes, concebidos com diferentes materiais, daí ser considerado um espaço sobremaneira eclético. É, sem dúvida, o mais importante prédio da cidade, não somente pelo seu inestimável valor arquitetônico, mas principalmente pela sua importância histórica, uma prova viva da prosperidade e riqueza vividos na fase áurea da borracha. O teatro é referência para espetáculos regionais, nacionais e internacionais. Já passaram pelo palco do Teatro Amazonas: Margot Fonteyn e Christoph Schlingensief.

Vista do centro da cidade
Teatro Amazonas






















o rei da selva







A LENDA DAS AMAZONAS
(ou porque o rio Amazonas se chamou assim)

Na Gr�cia antiga (muitos s�culos antes do nascimento de Cristo) contavam-se hist�rias sobre grupos de mulheres que montavam a cavalo, manejavam o arco e a flecha com grande per�cia e viviam sozinhas, nunca admitindo a presen�a dos homens nas suas terras.
A essas mulheres dava-se o nome de Amazonas e os aventureiros que ousavam embrenhar-se em regi�es desconhecidas, s� de pensar que podiam encontr�-las, tremiam de medo, pois era certo e sabido que n�o escapavam com vida!
No ano de 1540 o espanhol Francisco Orellana fez uma viagem de explora��o na Am�rica do Sul e percorreu aquele grande rio que atravessava a mais misteriosa das florestas. Ao avistar nas margens grupos de �ndios com ar aguerrido e cabelos longos, julgou ter encontrado o reino das Amazonas de que tanto ouvira falar. E o nome ficou para o rio e para a floresta.





(in ‘Na Crista da Onda’,- "Os Oceanos - Sonhos, Mitos e Realidades", (Revista bimestral da Comiss�o Nacional para as Comemora��es dos Descobrimentos Portugueses, Janeiro de 1998)

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